Para aqueles q acabaram de emtrar no meu blog....:)
eu peço desculpa pela demora q o blog leva para carregar
e peço para verem minha matéria retirada da net a respeito de metafísica
onde estiver indicado como 1ª parte
Para aqueles q acabaram de emtrar no meu blog....:)
eu peço desculpa pela demora q o blog leva para carregar
e peço para verem minha matéria retirada da net a respeito de metafísica
onde estiver indicado como 1ª parte
2ª PARTE FIM
No século XX, a Física obteve sucessos significativos no sentido de descobrir a natureza interior do mundo material. Alguns desses descobrimentos envolveram o uso de sistemas matemáticos abstratos que levaram os físicos para bem longe do senso comum das pessoas à cerca da natureza das coisas. A Teoria da Relatividade forçou sobre nós conceitos paradoxais à respeito da natureza do tempo, a radioatividade nos tornou conscientes de que a matéria não é, necessariamente estável, e a teoria quântica, com o seu mar de probabilidades, aonde o elétron é ao mesmo tempo onda e partícula, parecem estar muito longe do conforto da física absolutista newtoniana, aquela mesma promovida por Lord Kelvin durante o século XIX. Entretanto, estava, até então, tudo bem, pois cálculos relativísticos foram necessários para se analisar a natureza de galáxias distantes, ou para levar a nave Apolo até a Lua; a teoria quântica era necessária para o desenvolvimento de raios Laser, enquanto que a radioatividade providenciava quantidades enormes de energia (controlada ou destrutiva, conforme o caso, mas sempre com um elevadíssimo custo ambiental!).
Nós poderíamos estar em paz com essas dificuldades metafísicas da física fundamental, se ela própria tornasse as coisas mais fáceis para nós: experiências poderiam ser feitas para mostrar que essas teorias, que desafiam nossa intuição, mesmo assim iriam predizer as propriedades reais dos objetos do nosso cotidiano. Mas essas experiências em física fundamental são impossíveis de serem efetuadas.
O futuro progresso da Física fundamental depende do ideal, tornado evidente à partir dos anos 70, da necessidade de uma teoria que una as quatro forças fundamentais da natureza em uma única estrutura matemática comum. Essas forças são a eletromagnética (a eletricidade e o magnetismo, unificadas por Maxwell (1831-1879)), as que atuam na dimensão do núcleo do átomo, a fraca (que mantém unidos os constituintes dos prótons e dos neutrons, constituintes dos núcleos dos átomos), e a forte (que mantém unidos prótons e neutrons dentro do núcleo do átomo), e finalmente força da gravidade, que atua a distâncias intergalácticas.
Várias coisas foram então implementadas, tais como a teoria da Super Simetria, a teoria Kaluza-Klein, ou a teoria das Fitas, todas envolvendo idéias onde uma partícula seria um ente formado por estruturas de sete dimensões, todas essas estruturas "dobradas" umas sobre as outras, e tudo isso embebido em um espaço de uma ordem dimensional superior. A topologia de estruturas desse tipo era (e é) completamente impenetrável à nossa concepção intuitiva da natureza do espaço.
A física portanto ultrapassou o marco que a separava da metafísica, porque não podem existir experimentos que possam testar essas teorias, pois que as energias necessárias teriam de ser altíssimas. Os humanos simplesmente não podem armazenar energia suficiente para fazer as experiências de gravidade quântica que seriam necessárias à comprovação daquelas teorias. A geração atual dos aceleradores de partículas são milhares de milhões de vezes menos poderosos do que seria o necessário para a obtenção de energias que seriam necessárias para testar as teorias da gravidade quântica, necessária para unir as quatro forças fundamentais.
E então, como é que os físicos respondem à esse "embroglio"? Eles abandonam os seus trabalhos em desespero? Não, eles recorrem aos critérios da metafísica. Eles julgam as suas teorias pela beleza delas, pela sua pureza matemática, pela forma com que elas englobam e respondem, de uma forma concisa e limpa, um problema gerado por uma teoria de uma geração anterior. Eles estendem idéias matemáticas abstratas, teoria de grupo, topologia, teoria de nós, cálculo diferencial, e julgam quão bem cada qual mapeia as propriedades da matéria, as leis da física. Eles usam intuição, sentimento, para saber se é válido perseguir ou abandonar uma linha de pesquisa a favor de outra.
Isto não é muito diferente do que os alquimistas dos séculos XV a XVIII faziam em suas investigações metafísicas. Os primeiros alquimistas acreditavam que os quatro elementos eram a estrutura primordial da substância. Os alquimistas julgavam as teorias pela sua beleza, elegância, simplicidade, pelo fato de que elas transmitiam a sensação de serem corretas. Isso não parece muito diferente da forma com que os físicos que estão liderando aquela área fundamental estão agindo. De uma forma análoga, tanto os físicos fundamentais, quanto os alquimistas de séculos atrás, têm que tentar convencer os seus patrões (que são os que seguram as cordões da bolsa) que as suas pesquisas levarão a grandes avanços da sociedade - tudo isso sem a presença de resultados úteis!
Vistos com a perspectiva da história, os físicos de hoje seriam indistinguíveis dos alquimistas. Eles estão envoltos em metafísica, e não tem formas de desenvolver seus experimentos (a teoria avança muito mais rápido do que a tecnologia). Nos séculos XVII e XVIII, o amadurecimento do método experimental enunciado por Bacon e posto em ação por Boyle, Proust, Lavoisier e sucessores, gradualmente erodiram a alquimia. O método científico (teste repetitivo de teorias através de experimentação) produziu resultados tecnológicos, novas máquinas, mediu o Universo, produziu energia para tornar a vida mais agradável. A beleza da metafísica foi soterrada pela necessidade de novas invenções. Há quem argumente que aquela beleza retornou: se são aceitáveis os métodos especulativos de estudos metafísicos da física contemporânea, então não pode haver razão filosófica para a rejeição da metodologia dos metafísicos herméticos, os alquimistas. Nesse sentido, a física dá validade à alquimia.
E a química moderna, irá se afastar, devido ao seu experimentalismo peculiar, cada vez mais da metafísica hermética? Parece que não tanto. John Pople e Walther Khon, ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 1998, desenvolveram modelos moleculares por meios de computadores - portanto tão virtuais quanto as enésimas dimensões das partículas dos físicos - que permitem (!) conhecer o comportamento de substâncias antes mesmo delas participarem de uma reação química, o que permite, de forma virtual, o preparo e o estudo detalhado, a nível de átomos, das moléculas e substâncias já conhecidas e, a partir daí, julgar quais seriam os componentes ideais para o preparo de um novo medicamento, por exemplo, ou prever como a substância irá se comportar uma vez liberada no meio ambiente. Metafísica hermética?
2ªPARTE
A Metafísica
A metafísica aristotélica é "a ciência do ser como ser, ou dos princípios e das causas do ser e de seus atributos essenciais". Ela abrange ainda o ser imóvel e incorpóreo, princípio dos movimentos e das formas do mundo, bem como o mundo mutável e material, mas em seus aspectos universais e necessários. Exporemos portanto, antes de tudo, as questões gerais da metafísica, para depois chegarmos àquela que foi chamada, mais tarde, metafísica especial; tem esta como objeto o mundo que vem-a-ser - natureza e homem - e culmina no que não pode vir-a-ser, isto é, Deus. Podem-se reduzir fundamentalmente a quatro as questões gerais da metafísica aristotélica: potência e ato, matéria e forma, particular e universal, movido e motor. A primeira e a última abraçam todo o ser, a segunda e a terceira todo o ser em que está presente a matéria.
I. A doutrina da potência e do ato é fundamental na metafísica aristotélica: potência significa possibilidade, capacidade de ser, não-ser atual; e ato significa realidade, perfeição, ser efetivo. Todo ser, que não seja o Ser perfeitíssimo, é portanto uma síntese - um sínolo - de potência e de ato, em diversas proporções, conforme o grau de perfeição, de realidade dos vários seres. Um ser desenvolve-se, aperfeiçoa-se, passando da potência ao ato; esta passagem da potência ao ato é atualização de uma possibilidade, de uma potencialidade anterior. Esta doutrina fundamental da potência e do ato é aplicada - e desenvolvida - por Aristóteles especialmente quando da doutrina da matéria e da forma, que representam a potência e o ato no mundo, na natureza em que vivemos. Desta doutrina da matéria e da forma, vamos logo falar.
II. Aristóteles não nega o vir-a-ser de Heráclito, nem o ser de Parmênides, mas une-os em uma síntese conclusiva, já iniciada pelos últimos pré-socráticos e grandemente aperfeiçoada por Demócrito e Platão. Segundo Aristóteles, a mudança, que é intuitiva, pressupõe uma realidade imutável, que é de duas espécies. Um substrato comum, elemento imutável da mudança, em que a mudança se realiza; e as determinações que se realizam neste substrato, a essência, a natureza que ele assume. O primeiro elemento é chamado matéria (prima), o segundo forma (substancial). O primeiro é potência, possibilidade de assumir várias formas, imperfeição; o segundo é atualidade - realizadora, especificadora da matéria - , perfeição. A síntese - o sinolo - da matéria e da forma constitui a substância, e esta, por sua vez, é o substrato imutável, em que se sucedem os acidentes, as qualidades acidentais. A mudança, portanto, consiste ou na sucessão de várias formas na mesma essência, forma concretizada da matéria, que constitui precisamente a substância.
A matéria sem forma, a pura matéria, chamada matéria-prima, é um mero possível, não existe por si, é um absolutamente interminado, em que a forma introduz as determinações. A matéria aristotélica, porém, não é o puro não-ser de Platão, mero princípio de decadência, pois ela é também condição indispensável para concretizar a forma, ingrediente necessário para a existência da realidade material, causa concomitante de todos os seres reais.
Então não existe, propriamente, a forma sem a matéria, ainda que a forma seja princípio de atuação e determinação da própria matéria. Com respeito à matéria, a forma é, portanto, princípio de ordem e finalidade, racional, inteligível. Diversamente da idéia platônica, a forma aristotélica não é separada da matéria, e sim imanente e operante nela. Ao contrário, as formas aristotélicas são universais, imutáveis, eternas, como as idéias platônicas.
Os elementos constitutivos da realidade são, portanto, a forma e a matéria. A realidade, porém, é composta de indivíduos, substâncias, que são uma síntese - um sínolo - de matéria e forma. Por conseqüência, estes dois princípios não são suficientes para explicar o surgir dos indivíduos e das substâncias que não podem ser atuados - bem como a matéria não pode ser atuada - a não ser por um outro indivíduo, isto é, por uma substância em ato. Daí a necessidade de um terceiro princípio, a causa eficiente, para poder explicar a realidade efetiva das coisas. A causa eficiente, por sua vez, deve operar para um fim, que é precisamente a síntese da forma e da matéria, produzindo esta síntese o indivíduo. Daí uma quarta causa, a causa final, que dirige a causa eficiente para a atualização da matéria mediante a forma.
III. Mediante a doutrina da matéria e da forma, Aristóteles explica o indivíduo, a substância física, a única realidade efetiva no mundo, que é precisamente síntese - sínolo - de matéria e de forma. A essência - igual em todos os indivíduos de uma mesma espécie - deriva da forma; a individualidade, pela qual toda substância é original e se diferencia de todas as demais, depende da matéria. O indivíduo é, portanto, potência realizada, matéria enformada, universal particularizado. Mediante esta doutrina é explicado o problema do universal e do particular, que tanto atormenta Platão; Aristóteles faz o primeiro - a idéia - imanente no segundo - a matéria, depois de ter eficazmente criticado o dualismo platônico, que fazia os dois elementos transcendentes e exteriores um ao outro.
IV. Da relação entre a potência e o ato, entre a matéria e a forma, surge o movimento, a mudança, o vir-a-ser, a que é submetido tudo que tem matéria, potência. A mudança é, portanto, a realização do possível. Esta realização do possível, porém, pode ser levada a efeito unicamente por um ser que já está em ato, que possui já o que a coisa movida deve vir-a-ser, visto ser impossível que o menos produza o mais, o imperfeito o perfeito, a potência o ato, mas vice-versa. Mesmo que um ser se mova a si mesmo, aquilo que move deve ser diverso daquilo que é movido, deve ser composto de um motor e de uma coisa movida. Por exemplo, a alma é que move o corpo. O motor pode ser unicamente ato, forma; a coisa movida - enquanto tal - pode ser unicamente potência, matéria. Eis a grande doutrina aristotélica do motor e da coisa movida, doutrina que culmina no motor primeiro, absolutamente imóvel
1ª PARTE FIM
Nessas ações, a virtude ética é a justa medida que a razão impõe a sentimentos, ações ou atitudes, que sem o devido controle, tendem para o excesso. A justiça é considerada por Aristóteles como a virtude ética mais importante.
Para a política, Aristóteles cita diversas boas formas de estado: democracia, monarquia, citando suas vantagens e defeitos, mas a melhor seria a aristocracia. Valoriza a liberdade individual e a privacidade, que devem estar acima do poder social (ao contrário de Platão). Não acredita numa Utopia, porque a maldade é inerente à alma humana. Alguns são destinados a comandar, outros a obedecer. Despreza o trabalho manual, rebaixado aos escravos, como era comum na Grécia antiga. A educação deve ficar por conta do Estado. O controle social é necessário, acredita, porque leva à virtude.
Essas obras foram as mais lidas, discutidas e comentadas da Antiguidade, deixando um legado inestimável para a história da cultura, e alterando de forma definitiva o curso da história da filosofia.
1ª PARTE CONT.
Podemos dizer que a ciência ocidental efetivamente começou com Aristóteles. Sua astronomia não foi muito desenvolvida. Para ele, o mundo é cíclico, e ele convenceu-se de que a infinita variedade da vida podia ser disposta numa série contínua, no qual um elo é indistinguível do segundo. Assim existe a escada da natureza, que evolui dos organismos mais simples para os mais elevados.
Aristóteles acha que o homem usou as mãos para a manipulação porque se tornou inteligente, e não o contrário. Sua fisiologia é precária, pois acredita em coisas como: o cérebro é um órgão para resfriar sangue, o corpo do homem é mais completo que o da mulher. Aliás, sua visão da mulher não era das melhores. Na reprodução, a mulher é passiva e recebe, enquanto o homem é ativo e semeia. Dessa forma as características seriam predominantemente do pai. Apesar disso suas relações com as mulheres eram amistosas.
Mas a biologia evoluiu muito com as conclusões que chegou observando a natureza. O macaco é o intermediário entre o homem e o quadrúpede, quanto mais altamente desenvolvida for uma espécie, menor será sua prole. Criou a embriologia. Em sua metafísica, que evoluiu da biologia, tudo é movido por uma força para se tornar algo maior, para evoluir. Tudo no mundo se move para preencher uma necessidade, entre as várias causas que determinam um acontecimento, a final é a mais importante. Por exemplo, a causa final da chuva não é física, chove porque os seres vivos precisam de água. A divina providência coincide com a ação de causas naturais.
A matéria é potência, ou seja, tem a capacidade de assumir ou receber a forma. O bronze é a potência para a estátua de bronze, ou a estátua de bronze existe em potência no bronze. A matéria é potência para uma cadeira de madeira e mais diversos objetos de madeira, e assim por diante. Todas as coisas materiais têm potência. Os seres imateriais são puro Ato. O ato, ou enteléquia é a realização, perfeição atuante a atuada. A alma é a enteléquia do corpo. As substâncias sensíveis e Deus são enteléquia.
A metafísica aristotélica (que ele chamava de filosofia primeira) tem as seguintes funções: investigar as causas e princípios primeiros ou supremos, investigar o ser enquanto ser, investigar a substância, investigar Deus e o supra sensível. Quem investiga as causas primeiras, costuma chegar num impasse que só pode ser entendido pela existência de um Ser Divino, supra-sensível, que não é causado por nada, que é a causa de si mesmo. Para Aristóteles existe um Deus, não humano. Era contrário, portanto ao antropomorfismo. O Deus seria responsável pelos primeiros movimentos, a sua fonte. Ele é pura energia, incorpórea, indivisível, assexuado, sem alteração, eterno e perfeito. É autoconsciente então não faz coisa alguma, sua única ocupação e contemplar a essência das coisas, pois ele próprio é essência. Ou seja, ele pensa e contempla a si mesmo. Ele não pensa os mortais, pois o conhecimento das vicissitudes mortais, seria, (se existisse) aos olhos de Aristóteles uma limitação de Deus. Esse Deus pensa o mais divino e o mais digno de honra. A existência da metafísica é justificada pela admiração que o homem sente diante das coisas, ela nasce de um amor puro ao saber, da necessidade humana de perguntar por um porquê último. Para Aristóteles, a metafísica é a ciência mais elevada, porque não tem finalidades práticas e não está ligada a nenhum bem material.
A metafísica busca as causas primeiras. Aristóteles definiu as causas como quatro:
1) causa formal - tanto essa como a segunda são a constituição das coisas. A forma ou essência das coisas. A alma para os animais, as relações formais determinadas para diferentes figuras geométricas.
2) causa material - A matéria de que é feita uma coisa. Nos animais, por exemplo, seria a carne e os ossos. Numa taça de ouro, o ouro, etc.
3) causa eficiente - ou motora. As coisas foram geradas a partir de uma causa, a eficiente. Dela provém a mudança e o movimento das coisas. Os pais são a causa eficiente dos filhos, por exemplo. Esta causa seria a que veio sobreviver na Filosofia Moderna, graças, sobretudo, a Descartes.
4) causa final - para onde tende o devir do homem. O que é perfeito (Deus) não muda, pois não necessita de mais nada para ser completo. As coisas mudam com aspiração à perfeição.
Na definição aristotélica, a alma é todo princípio vital de qualquer organismo. No homem é também a força da Razão. É imortal, puro pensamento, inviolado pela realidade. É independente da memória. A alma é, portanto, enteléquia primeira de um corpo natural e orgânico. A alma intelectiva, diz Aristóteles, parece parece ser uma espécie diferente de alma. Para melhor definir a alma, ele a dividiu em três tipos: alma vegetativa, alma sensitiva e a alma racional. A alma racional seria exclusiva do homem, a sensitiva, pertenceria também aos animais, e a vegetativa, comum a todos os seres vivos.
A criação nasce do impulso criativo e da ânsia pela expressão emocional. A arte imita a vida. O prazer intelectual é o bem maior que podemos alcançar.
Em sua Ética, Aristóteles pergunta: como o homem deve viver, do que precisa para uma boa vida? Qual é o seu bem supremo? A resposta é: a felicidade (eudaimonia). Ele cita três formas em que se crê no alcance da felicidade: uma vida de prazeres ou gozos, uma vida com honra, ou política, e uma vida como filósofo. Aristóteles descarta a honra como felicidade, pois esta não é uma coisa interior, mas sim uma coisa que é conferida à pessoa por terceiros. Toda ação tende para um fim. Temos virtude porque agimos corretamente. Nada deve ser em falta ou em excesso, tudo no meio termo, ou moderadamente. A amizade é um auxílio à felicidade, que só encontramos pura em nós e do conhecimento da nossa alma. Aristóteles fala do homem ideal, que não se preocupa em demasiado, mas dá a vida nas grandes crises. Não tem maldade, não gosta de falar, enfim é pouco vaidoso. Na Ética a Nicômano, Aristóteles fornece a seguinte relação de vicio e de virtude:
1) a mansidão é o ponto médio entre a iracúndia e a impassibilidade;
2) a coragem é o ponto médio entre a temeridade e a covardia;
3) a verecúndia é o ponto médio entre a imprudência e a timidez;
4) a temperança é o ponto médio entre a intemperança e a insensibilidade;
5) a indignação é o ponto médio entre a inveja e o excesso oposto que não tem nome;
6) a justiça é o ponto médio entre o ganho e a perda;
7) a liberalidade é o ponto médio entre a prodigalidade e a avareza;
8) a veracidade é o ponto médio entre a pretensão e o autodesprezo;
9) a amabilidade é o ponto médio entre a hostilidade e a adulação;
10) a seriedade é o ponto médio entre a complacência e a soberba;
11) a magnanimidade é o ponto médio entre a vaidade e a estreiteza da alma;
12) a magnificência é o ponto médio entre a suntuosidade e a mesquinharia.
1ª PARTE CONT.
O estilo do estagirita é predominantemente científico. Muitos livros seus se perderam, especialmente na época da Renascença, por causa do Index (índice de livros proibidos) da Igreja católica. Realizou importante trabalho de revisão, elaboração da história dos pré-socráticos. A Grande Obra Aristotélica não teria chegado até os dias de hoje se não fosse as edições árabes, a organização de alguns aristotélicos, como Avicena e Averróis, e o imenso trabalho de filósofos e padres, que copiavam e traduziam os fragmentos à mão. O organizador da Biblioteca de Alexandria. Andronico de Rodes- que também foi o décimo sucessor de Aristóteles no Liceu- conseguiu organizar uma edição das obras de Aristóteles, em meados do século I. A palavra metafísica, que tem várias acepções em diversos autores, teve o sentido primeiro batizado por Andronico. De fato, ao organizar sua coleção da obra aristotélica, Andronico chamou de ta meta ta physica (depois da física) o conjunto de livros que era colocado na estante depois da obra intitulada Física. Essa obra, chamada então de Metafísica, versava sobre a causa primeira, o Motor Imóvel do mundo. Assim, o sentido dado à palavra metafísica por Andronico se transformou para algo como "além da física", ou seja, o supra-sensível, que não se apresenta aos sentidos. Mas a palavra una Metaphysica não se encontra antes da Idade Média, particularmente em Averróis, segundo Eucken.
Aristóteles, para Diógenes Laércio, foi o mais genuíno discípulo de Platão. Essa colocação parece ir contra a opinião corrente, visto que Aristóteles contraria em muito a doutrina platônica, em especial a Teoria das Idéias. Ele reconhece no mestre uma alma indisciplinada e irregular, que passava mais tempo em contemplação, buscando encontrar a verdade das idéias, do que em contato com a realidade simples, que mitificava. Aristóteles achava que a Idéia não constituía realidade separada. A realidade para ele é de indivíduos concretos, e só neles existe a idéia, a quem chama de forma. Argumenta que é a razão que controla nossos atos e nela há o raciocínio a partir dos dados dos sentidos. A forma seria aquilo que a matéria faz. O mundo é dividido entre orgânico e inorgânico, sendo o orgânico o que encerra em si uma capacidade de transformação, como veremos mais adiante. Mas essa interpretação de que Aristóteles se desvia completamente do mestre é equivocada, como observa Giovanni Reale, pois um discípulo genuíno não apenas repete o mestre, conservando intocável sua teoria, mas sim quem busca saídas novas para as aporias quer não foram resolvidas, busca superar e atentar para os pontos em que pode ter havido erro. De fato, em uma obra madura, Ética a Nicômano, temos um exemplo do impasse que se dava na alma do Estagirita, entre defender suas próprias idéias e respeitar a amizade a Platão e aos platônicos. Diz Aristóteles em I, 6, 15:
"Seria melhor, talvez, considerar o bem universal e discutir a fundo o que se entende por isso, embora tal investigação nos seja dificultada pela amizade que nos une àqueles que introduziram as Idéias. No entanto, os mais ajuizados dirão que é preferível e que é mesmo nosso dever destruir o que mais de perto nos toca a fim de salvaguardar a verdade, especialmente por sermos filósofos ou amantes da sabedoria; porque embora ambos nos sejam caros, a piedade exige que honremos a verdade acima de nossos amigos".
Ele prossegue observando não ser possível uma Idéia comum por cima de todos os bens, como queria Platão, porque bem é usado tanto na categoria de substância quanto na de qualidade e relação. E nas Idéias eternas não há prioridade e posterioridade. Por causa disso, Platão não estabeleceu uma Idéia que abrange todos os números. A palavra bem é predicada na categoria de substância, quantidade, qualidade, relação, espaço. Então bem não pode ser único e igualmente presente. Embora haja desavença em questões como essa, de ser possível ou não um "bem em si", há concordância em muitos outros pontos. Nessa mesma obra Aristóteles concorda com a opinião platônica que punha a essência do homem na alma. Assim como o carpinteiro, o olho o pé e outras coisas têm uma função própria, o homem precisa ter uma função que lhe seja peculiar. A função do homem, observa o Estagirita, não pode ser a vida -pois essa é comum até às plantas-, nem a percepção - pois essa é comum aos animais-, mas sim a atividade do elemento racional. A função do homem é, pois, uma atividade da alma que "segue ou implica um princípio racional". Daí o fato de ele fazer a famosa afirmação: "o homem é um animal racional".
Outro ponto em que Aristóteles concorda com o mestre é em sua crítica aos sofistas. Contrariou a opinião arbitrária destes sofistas, e o seu estilo literário é predominantemente científico.
Aristóteles criou a lógica, com o seu silogismo. O silogismo de Aristóteles pode ser definido assim: é um trio de termos, no qual o último, que é a conclusão, contém uma verdade que se chega através das outras duas. A é B, C é A, portanto C é B. O exemplo clássico de silogismo pode ser dado pelo trio de frases a seguir:
A. Todos os homens são mortais
B. Sócrates é homem.
C. Logo, Sócrates é mortal.
A lógica não faz parte do esquema que Aristóteles dividiu e sistematizou as ciências. A lógica considera a forma que deve ter qualquer tipo de discurso que pretenda demonstrar algo, e em geral queira ser probatório. A lógica pretende mostrar como o pensamento procede quando pensa, qual é a estrutura do raciocínio, como são feitas demonstrações. A lógica é preliminar às ciências, necessária para o modo como estas são desenvolvidas. Mas não tem em vista a produção de algo, nem a ação moral e não tem um conteúdo determinado, nem teorético. Ela é mais um instrumento necessário à produção mental que origina as ciências. A parte da obra de Aristóteles que trata da lógica, é, principalmente, os Analíticos. Vale observar que o termo lógica não foi usado por Aristóteles do modo como hoje o entendemos, mas é de formação tardia, da época de Cícero.
A verdadeira demonstração é feita pelo silogismo, como escreve Aristóteles nos Segundos Analíticos:
"Chamo demonstração o silogismo científico, chamo científico aquele silogismo com base no qual, pelo fato de possuí-lo, temos ciência".
Contrapondo-se ao silogismo científico temos o silogismo dialético, que parte de premissas baseadas na opinião. O resultado desses silogismos é apenas provável.
As categorias oferecem os sentidos do ser. Os significados de ser são os quatro seguintes:
a) ser segundo as diferentes figuras de categorias;
b) ser segundo o ato e a potência;
c) ser como verdadeiro e falso
d) ser como acidente ou ser fortuito.
Por outro lado, temos a tábua das categorias:
1) Substância ou essência
2) Qualidade
3) Quantidade
4) Relação
5) Ação ou agir
6) Paixão ou padecer
7) Onde ou lugar
8) Quando ou tempo
9) Ter
10) Jazer
1ª PARTE
Aristóteles (384-322 a.C) - filósofo grego nascido na cidade de Estagira, Macedônia, que fica a 320 quilômetros de Atenas. Essa cidade foi por muito tempo colonizada pelos jônicos, e em virtude disto ali se falava um dialeto jônico. O nome do pai de Aristóteles era Nicômano, um médico. Aristóteles foi criado junto com um grupo de médicos, amigos de seu pai. Nicômano chegou a servir a corte macedônica, a serviço do rei Amintas, pai de Felipe, futuro rei. Na sua juventude teria jogado fora seu patrimônio e aos dezoito anos foi para Atenas, a fim de aperfeiçoar sua espiritualidade, e lá ingressou na Academia, onde se tornou discípulo de Platão. Na Academia Aristóteles amadureceu e consolidou sua vocação para filósofo. Teria freqüentado-a por cerca de vinte anos, aproveitando em muito o convívio com o mestre. Foi um discípulo brilhante inicialmente, e professor de retórica depois. Não se sabe ao certo seu papel na Academia, mas deve ter se ocupado dos diversos assuntos que a Academia investigava e tratava com toda a sociedade ateniense e com ilustres personagens da cultura grega da época, como por exemplo, o eminente cientista Eudóxio. Durante este período na Academia, o jovem Aristóteles chegou a defender os princípios platônicos em alguns escritos. Mas sua inteligência e disciplina extraordinária o faziam discordar em muitos pontos da doutrina do mestre. Na obra Parmênides, de Platão, aparece a figura do jovem Aristóteles. Esse diálogo foi feito para responder a algumas críticas que a Teoria da Idéias vinha sofrendo. De fato, Aristóteles foi um dos primeiros e o maior crítico da teoria platônica das Idéias, com demonstra em muitas obras, principalmente na Metafísica.
Aristóteles organizou uma biblioteca. De fato, era um homem que passava grande parte do tempo estudando, e Platão chegou a critica-lo por estar sempre em companhia dos livros, enquanto Aristóteles critica Platão por mitificar a realidade. Sua obra aborda vários ramos do saber: política, zoologia, botânica, física, metafísica, filosofia e outros. Depois da morte de Platão, Aristóteles dirigiu-se à Ásia Menor. Junto com o colega de Academia Xenócrates, estabeleceu-se em Assos, onde permaneceu por três anos. Depois foi para Mitilene, na ilha de Lesbos. É provável que em Mitilene tenha feito grandes pesquisas sobre ciências naturais, em conjunto com aquele que depois viria a sucedê-lo, Teofrasto. Em 343/342 Aristóteles é chamado por Felipe, o Macedônio (aquele mesmo que era filho do rei Amintas que tinha como médico Nicômano, pai de Aristóteles) para ser preceptor do jovem Alexandre, o Grande. É provável que Aristóteles tenha conhecido Felipe quando criança, na corte macedônica. Começou a ensinar Alexandre quando este tinha treze anos, e era um irrequieto jovem. Aos quinze anos este abandonou a filosofia e começou sua ascensão. Existes duas datas prováveis para a saída de Aristóteles da Macedônia e de seu cargo de preceptor: 336 a.C ou 340 a.C.
Aristóteles voltou a Atenas em 334 a.C. e seus últimos doze anos a os mais fecundos literariamente. Fundou sua própria escola, o Liceu quando tinha cerca de cinqüenta e um anos de idade. Para começar com essa escola que seria a rival da já meio decadente Academia, Aristóteles alugou alguns edifícios próximos ao templo em honra a Apolo Lício. Por causa disso, a escola de Aristóteles ficou sendo conhecida como Liceu. Os estudantes receberam o nome de Peripatéticos, pois aprendiam passeando com o seu mestre nos jardins do Liceu. A pesquisa realizada por Aristóteles e seus discípulos foi um projeto monumental. Conta-se que Alexandre, já homem feito e com o trono imperial assumido, teria dado indicações aos seus súditos para ajudar Aristóteles a colher material botânico em um enorme espaço geográfico. Devido a essa ligação com o Império Macedônico, Aristóteles sofreu com a reação que houve em Atenas depois da morte de Alexandre, sob a alegação de ter sido o mestre daquele que conquistara a Grécia. Para fugir dos inimigos, foi para Calcídia, onde sua mãe tinha alguns bens. Morreu em 322 a. C, poucos meses depois de ter se exilado.
Aristóteles escreveu cerca de cento e vinte obras, das quais quarenta chegaram até hoje. Seus livros fundamentais são: Retórica, Ética a Nicômano, Ética a Eudemo, Orgânon, Primeiros Analíticos, Segundos Analíticos, Física, Metafísica, Sobre o Céu, Crescimento e Decadência, Sobre a Alma, As partes dos animais, Política, entre outros. Essas obras pertencem ao conjunto do chamado corpo esotérico das obras de Aristóteles. É sabido que a obra de Aristóteles é dividida em dois grandes grupos: os escritos exotéricos e os escritos esotéricos. Os escritos exotéricos seriam aqueles de fácil leitura, dirigidos ao grande público. Desse grupo restaram apenas alguns fragmentos e títulos, como por exemplo O Grilo ou da Retórica, aonde Platão defendia a posição platônica contra Isócrates. Infelizmente, os escritos esotéricos estão quase que totalmente perdidos. Por outro lado, muitos dos escritos esotéricos chegaram até os dias de hoje. Esses escritos eram feitos para os iniciados do Liceu, alunos e mestres, muitos ministrados em aulas, sendo patrimônio exclusivo do Liceu.
Agora eu gostaria de falar uma coisa pessoal q eu tenho estudado de uns tempos pra ca...
Se chama metafísica, e eu estou estudando por motivos próprios não por causa de algum professor ou coisa dotipo...(principalmente pq eles não lecionam isto nas escolas...)
vamos dividir esta matéria em duas partes:
1ª:Aristóteles(o "fundador ou inventor ou descobridor;chamem como quiser)
2ªmetafísica

CURRICULUM VITAE
"Eu já dei risada até a barriga doer,
já nadei até perder o fôlego,
já chorei até dormir
e acordei com o rosto desfigurado.
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
já conversei com o espelho,
e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta,
violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora,
já passei trote por telefone,
já tomei banho de chuva,
E acabei me viciando.
Já roubei beijo,
Já fiz confissões antes de dormir
num quarto escuro pro melhor amigo.
Já confundi sentimentos,
Peguei atalho errado
e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
já me cortei fazendo a barba apressado,
já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas,
mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta,
já caí da escada de bunda.
Conheci a morte de perto,
e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas,
já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro,
já fugi de casa pra sempre,
e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo,
sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas
sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e laranjado,
já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios,
já olhei a cidade de cima
e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro,
já tremi de nervoso,
já quase morri de amor,
mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite
e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre,
Mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada
e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver amigos partindo,
mas descobri que logo chegam novos,
e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas,
momentos fotografados pelas lentes da emoção,
guardados num baú, chamado coração...
E agora um formulário me interroga,
me encosta na parede e grita:
"- Qual sua experiência?"
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
" ... experiência... experiência..."
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!!!
Talvez eles ainda não saibam colher sonhos...
Aqui segue uma versão de Tears of dragon{musica q eu gosto muito}(lagrimas do dragão) em ingles e tmbm traduzida
Tears Of The Dragon
(Bruce Dickinson)
For too long now
There were secrets in my mind
For too long now
There were things I should have said
In the darkness
I was stumbling for the door
To find a reason
To find the time, the place, the hour
Waiting for the winter sun
And the cold light of day
The misty ghosts of childhood fears
The pressure is building and I can't stay away
CHORUS:
I throw myself into the sea
Release the wave, let it wash over me
To face the fear, I once believed
The tears of the dragon, for you and for me
Where I was
I had wings that couldn't fly
Where I was
I had tears I couldn't cry
My emotions
Frozen in an iced lake
I couldn't feel them
Until the ice began to break
I have no prayer over this
You know I'm afraid
The walls I built are crumbling
The water is moving, I'm slipping away
CHORUS
Slowly I awake
Slowly I rise
The walls I built are crumbling
The water is moving, I'm slipping away
CHORUS (2x)
Lágrimas Do Dragão
(Bruce Dickinson)
Por muito tempo [até] agora
Haviam segredos em minha mente
Por muito tempo [até] agora
Haviam coisas que eu deveria ter dito
Na escuridão
Eu estava cambaleando até a porta
Para encontrar uma razão
Para achar o tempo, o lugar, a hora
Esperando pelo sol de inverno
E pela fria luz do dia
Os nebulosos fantasmas dos medos da infância
A pressão está se formando e eu não consigo me afastar
REFRÃO:
Me jogo para dentro do mar
Libero a onda, deixo ela me lavar
Para encarar o medo, cheguei a acreditar
[Que] as lágrimas do dragão, [eram] para mim e para você
Onde eu estava
Eu tinha asas que não conseguiam voar
Onde eu estava
Eu tinha lágrimas que não podiam chorar
Minhas emoções
Congeladas num lago congelado
Eu não conseguia sentí-las
Até que o gelo começou a se quebrar
Eu não tenho poder sobre isso
Você sabe que eu sou medroso
As paredes que construí estão caindo em pedaços
A água está se movendo, estou sendo levado para longe
REFRÃO
Lentamente eu acordo
Lentamente me levanto
As paredes que construí estão caindo em pedaços
A água está se movendo, estou sendo levado para longe
REFRÃO (2x)



essas são algumas fotos dos garotos podres huma banda q eu curto pra caralh**
"papai noel velho batuta rejeita os miseraveis, eu quero mata-lo aquele porco capitalista... presenteia os ricos cospe nos pobres
mas nos vamos sequestralo e vamos mata-lo... por que? aqui não existe natal"(papai noel velho batuta)
"a mancah no tapete parecia mingau,mas não era mingau , e que era pessoal
Caras eu naum tenho muita coisa de legal pra falar hoje...
tipo... eu voltei a trampa 2ª feira...
e só agora ta um saco,
mas pelo menos tiro uma graninha extra
hehehe
bom falow
por hoje é só pessoal

veja como se tornar educado no trabalho
hehehe flw pessoal

Me diz quem não gosta de comer fora????????
Eu gosto, vc tmbm gosta... emtão pq o ronald não pode comer fora pelo menos um dia?

HAAAAA , como eu queria ser esse entregador de pizza
hehehe

fo inventada uma nova tecla de atalho para o w!nd0ws


Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, mooca, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Música, Sexo
MSN - nirvanelson@hotmail.com